Lábios entreabertos só dizem
meias-palavras de amor
o surdo-poeta só ouve
alguma coisa sobre dor
Keila Sgobi
13/09/2006
14 Setembro 2006
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Sempre encontraremos pedras em nossos caminhos. Umas serão pequenas; outras, tão grandes que não poderemos olhar por cima delas. A única certeza é que teremos de pulá-las, destruí-las, observá-las, rodeá-las ou deixá-las em seu próprio caminho. A escolha é nossa.
18 reflexões:
Não jure, eu sei que não leu rsrs...
Há 2 anos fiz algo assim:
Língua entre lábios
Lábios entre dentes
Boca entre aberta
Sussurrando: entre, entre...
o que não nos falta são elementos, ne? graças...
belo seu poema!
bjo.
Muito boa essa comunicação!
Beijinhos...
:)
o surdo-poeta sabe que amor rima com dor! ;p~
bjus!
oi! tudo certo?.. meu nome é Amy.. e u acabei de fzer meu blog..e digamos q eu tô apanhando p aprender a mecher.. então tô sanindo por blogs alheis na procura de alguem q me ajude. =D
se vc puder..ficarei grata..
valeu.
, amores doloridos ...
|beijos meus|
Cheguei ao seu blog por indicação, e vou voltar para ler com vagar. Gostei muito. Também escrevo poesia. Abs.,
Zingarah
mas é sempre entre
entreabertos lábios
que as palavras se calam
e em sua mudez
nos fazem algo de sábios
e algo de estupidez!
Ouvi dos seletivos:
- sê eletivo
e ouvidos seletivos,
se queres ouvi-lo.
.... hehe... bacana!!! ... viajei!!!...
(ah, respondendo ao seu comentário, muito pertinente, adorei o debate, vou citar umas linhas que li recentemente do Manuel Bandeira que tem relação com o que escrevi:
"Aproveito a ocasião para jurar que jamais fiz um poema ou verso initeligível para me fingir de profundo sob a especiosa capa de hermetismo. Só não fui claro quando não pude". Acho que isso acresenta bastante ao debate que eu quis propor!)
beijos queridos
Jardineiro
o surdou há de ser eu...
Vagas-Palavras onde poderiam piscar vaga-lumes...
Tanta explicação quando só precisava AMAR-la!!!!rsrsrsrsrs
Beijos querida, adorei a sua visita lá.
Volto sempre aqui.
Sol-risos iluminando a semana.
olá gostei daqui e vou voltar.
abraços.
"Não se deve fazer poesia na vida. Os heróis, os amantes romanescos, os grandes patriotas, os magistrados inflexíveis, os apóstolos da religião, os filósofos a qualquer custo, todos esses raros e divinos insensatos fazem poesia na vida, daí a sua infelicidade" (Salon, de 1767)
É o que pode fazer o poeta, afinal, sua musa estará sempre com os lábios entreabertos.
Se ela abri-los completamente, não será mais musa, será carne, será gente, será pó.
Se ela fechá-los, nunca terá existido.
Se ela provocar dor, será eternamente sua!
poeta amador ama dor...e os profissionais a odeiam, mas não vivem sem ela..rs..
teoria delirante da sua amiga
Angélica!
Diálogo poético.
Só os poestas surdos. Lindo!
Olhe, meu endereço mudou :)
Só atualizar seu link.
Bjos.
Duas verdades em quatro versos.
[]s!
Isso doeu forte em mim...
Eu escrevi uma série recente de poemas sobre beijo, uns amargos, outros doces, outros tórridos, enfim.
Beijo é faca de dois gumes.
Mas muito bom esse aqui. Você, como já disse, está em ótima fase.
Beijão!!
REMO.
É que o poeta sobrevive
na freqüência aguda de outras cores...
**Estrelas**
Ah, as meias-palavras...
Prum surdo-poeta, isso basta...
...mas nem sempre chega...
Adorei, Keila qrida!
Me faz pensar em certas coisas...
(Mas tenho que interromper o pensamento por agora...)
=*
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