23 setembro 2006

Medo

Enquanto tu lias minha poesia
Carregada de amor
Cabisbaixa, eu temia
Que descobrisses ser o ator


12/09/2006
Keila Sgobi

15 comentários:

  1. Não, Keila, não morreu. Não é um ataque cardíaco, mas uma aceleração do coração, tal qual vc deve ter sentindo enquanto esse moço lia tua poesia...hahahaha...
    Beijos imensos.

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  2. Ele vai adorar encenar com você!

    Beijinhos, dear...
    :)

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  3. na vida real sou um ator-doado, a poesia é meu palco, nela enceno minha insana idade.

    belo poema!

    beijo.

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  4. olá, concordo com seu comentário sobre "o centro do universo" ele está mesmo aqui perto de nós.
    abraços.

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  5. Keila, coinciedentemente tb falei de medo esses dias,depois cê vê lá no asas...

    Saber atuar nem sempre faz sentido se a gente não se identifica com o papel...e daí vem a maior dor da poesia.
    Linda!!!!

    beijonocê!
    Angélica

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  6. máscaras do jung; couraças do reich...quem sabe?
    incomoda mesmo é perceber a vida afundada em medos, fugas...
    bjos.

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  7. P-U-T-A sensacional, Keila!!!


    Beijos muitos!!

    REMO.

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  8. Ele sabia, é claro...
    e fingia-se de sério!
    Afinal, mais doce que o amor
    é o seu mistério...

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  9. , se é carregada de amor, não há o que temer...
    |beijos meus|

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  10. Que depois do medo venha o alívio e o aconchego do amor... :)

    Beijos, querida!

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  11. Está se superando a cada dia, Keila. G-E-N-I-A-L!!!

    **Estrelas**

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  12. Às vezes, o Amor dá Medo...

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  13. P...muito bom ! Uma sintese bem elaborada do que se passa na cabeça de muitos poetas, escritores, musicos. A descoberta por quem é o ator do verso, poema, texto.
    Isso aconteceu comigo, por isso me identifiquei...bom demais!

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  14. O Amor, se Amor deveras, deve ser ostentado sem receios, porque quem o aninha no peito deve persuadir seus pares do quão sublime é este sentimento, que é raro no coração dos homens, porém fácil em suas bocas displicentes.

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